Paulo Porto

Uma trajetória de militância

Paulista de Araraquara, Paulo Humberto Porto Borges tem uma trajetória marcada pelas lutas e a militância nas causas sociais. Fotógrafo e professor universitário, Porto tem graduação em História e é Doutor em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Casado com Liliam Faria Porto Borges, reside em Cascavel desde 2000.

Trabalha como indigenista desde 1990 junto a comunidades e povos indígenas por meio de organizações não-governamentais nas áreas de formação de professores indígenas, educação escolar indígena, questão agrária e a auto-sustentabilidade. Atuou por dez anos como membro e agente pastoral do Conselho Indigenista Missionário (CIMI), órgão vinculado a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CBNN), trabalhando com povos indígenas da região Amazônica e Sudeste do Brasil.

É membro da entidade indigenista Operação Amazônia Nativa (OPAN) e atua junto às comunidades indígenas Guarani no Oeste do Paraná e na região da fronteira com o Paraguai e Argentina.

Foi assessor de Assuntos Comunitários da Prefeitura Municipal de Cascavel na gestão de 2004-2008, onde intensificou diálogos entre o poder público e os movimentos sociais organizados, como igrejas, sindicatos e entidades de classe.

Porto foi professor da Universidade Paranaense (UNIPAR), Faculdade Assis Gurgacz (FAG) e atualmente é docente da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), Campus Cascavel, onde também é coordenador do Curso de Licenciatura em Educação do Campo. Foi diretor do Sindicato de Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino Superior do Oeste do Paraná – SINTEOESTE.

Em 2012 disputou sua primeira eleição a vereador de Cascavel pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB), se elegendo com 1.834 votos.